31 maio 2002
30 maio 2002
29 maio 2002
Sendo assim, proponho que findo o Temple of Elemental Evil pod�amos dar um tempo em ambienta��o de fantasia e tirar a party do Lando do ba�, para cometermos mais falcatruas e roubadas na gal�xia
O m�dulo tem um feeling cyberpunk no mesmo tom daquelas aventuras iniciais da party bancada pelo Lando - eu acho q vai ser legal.
Se todos toparem, s� temos q ajustar os PCs, j� que as classes sofreram altera��es no novo manual - que est� muito bonito e com regras novas de combate espacial, de jogatina e apostas e at� como rolar dr�ides como players (ei, Gondim, tu n�o tinha PC e podes ser o Dr�ide Protocolar da galera)
28 maio 2002
Simulador de Homem-Bomba!
25 maio 2002
24 maio 2002
23 maio 2002
� poss�vel descobrir qual item � que faz o Andr� ficar "legal" apenas com um rolamento de Spellcraft e algum tempo para ver qual item da esse efeito... outro jeito eh o bom e velho tentativa-e-erro.
Mas, como eu disse anteriormente, a proxima sessao comeca logo apos a queda do lider... nao creio que de tempo para fazer a pilhagem....
Pode descontar os 200 quaquilh�es da conta.
N�o posso permitir que um item t�o maligno rode solto por a�.
e quem reclamar � suspeito.
No mais: Andr� como vc sabe que foi a armadura?!
o girdle nos podemos escolher quem ser� a pr�xima m�quina de destrui��o
22 maio 2002
Chain Shirt (8), Light Crossbow MW (8), 320 bolts, Longsword MW (8), Chain Mail +2 (8), Shield (Large, Metal) (8), Longsword MW (8), Chain Shirt +3 (4), Shield +1 (Large, Metal) (6), Longsword +1 (6), Breastplate +3 (2), Full Plate +3 (1), Greatsword +3 (unholy, chaotic, speed [grants +2d6 on lawful creatures, +2d6 on good creatures, +1 full bonus attack]) (1), Girdle of Giant Strenght +6 (1), Bracers of Armor +3 (1), Headband of Intellect +2 (1), Ring +2 (Protection) (1)
54 cp, 60 sp, 54 ep, 54 gp, 24 pp
21 maio 2002
AS 100 COISAS A FAZER QUANDO ME TORNAR UM SENHOR DO MAL.
1. Minhas Legi�es do Terror ter�o capacetes com visores de acr�lico, e n�o placas tampando o campo de vis�o.
2. Meus dutos de ventila��o ser�o pequenos demais para algu�m rastejar por eles.
3. Meu nobre meio irm�o, do qual usurpei o trono, ser� morto, n�o mantido an�nimo em uma cela esquecida em minha masmorra.
4. Fuzilamento n�o � bom demais para meus inimigos.
5. O Artefato que � a fonte de meu poder n�o ser� mantido na Montanha do Desespero, al�m do Rio de Fogo guardado pelos Drag�es da Eternidade. Ser� mantido em uma caixa forte convencional. Isso tamb�m se aplica ao objeto que � minha �nica fraqueza.
6. N�o irei me gabar da situa��o de meus inimigos antes de mat�-los.
7. Quando tiver capturado meu advers�rio e ele disser "Olhe, antes de me matar, pelo menos me conte sobre o que voc� planeja fazer." Eu direi "n�o" e atirarei nele. Pensando bem, vou atirar nele e depois dizer "n�o".
8. Depois de raptar a linda princesa, iremos nos casar imediatamente em uma discreta cerim�nia civil, n�o um espet�culo de tr�s semanas de dura��o durante as quais a fase final de meu plano ser� implementado.
9. N�o incluirei um mecanismo de autodestrui��o a n�o ser que seja absolutamente necess�rio. Se o for, n�o ser� um grande bot�o vermelho escrito "Perigo, n�o aperte". O grande bot�o vermelho "N�o Aperte" ir� disparar uma saraivada de balas em qualquer um est�pido o bastante para apert� lo. Ao mesmo tempo, bot�es "LIGA/DESLIGA" n�o ser�o claramente indicados em meus pain�is.
10. N�o levarei meus inimigos para interrogat�rio no centro de meu castelo. Um pequeno hotel, na periferia de meu Reino servir�
perfeitamente.
11. Serei seguro de minha superioridade. Assim, n�o sentirei necessidade de prov�-la, deixando pistas na forma de charadas ou permitindo que meus inimigos mais fracos permane�am vivos, para mostrar que n�o representam amea�a para mim.
12. Um de meus conselheiros ser� uma crian�a de cinco anos. Qualquer falha em meus planos que ela seja capaz de detectar ser� corrigida antes da implementa��o.
13. Todos os inimigos mortos ser�o cremados. Os corpos levar�o repetidos tiros de muni��o de grosso calibre. Ningu�m ser� deixado para morrer no fundo de um penhasco. O an�ncio de suas mortes, bem como a respectiva celebra��o do evento, ser�o adiados at� depois dos procedimentos acima mencionados.
14. O her�i n�o ter� direito a um �ltimo beijo, �ltimo cigarro ou qualquer tipo de �ltimo pedido.
15. Nunca usarei nenhum dispositivo com um contador digital. Se achar que tal dispositivo � essencial, o marcarei para ativa��o quando o contador
chegar em 117 e o her�is estiver come�ando a pensar em um plano para desativ�-lo.
16. Nunca usarei a frase "Antes de mat�-lo, h� uma coisa que desejo saber".
17. Quando empregar pessoas como conselheiros, ocasionalmente irei escutar seus conselhos.
18. Se um jovem e atraente casal entra em meu Reino, irei monitorar cuidadosamente suas atividades. Se descobrir que s�o felizes e apaixonados, os ignorarei. Entretanto, se as circunst�ncias os for�aram a ficar juntos, contra sua vontade, e se passam todo o tempo implicando e criticando um ao outro exceto em ocasi�es quando est�o salvando a vida um do outro, momento em que h� toques de tens�o sexual no ar, ordenarei imediatamente sua execu��o.
19. N�o irei ter um filho. Apesar de suas ris�veis e mal planejadas tentativas de usurpar meu poder sempre falharem, isso pode se tornar uma
distra��o fatal em um per�odo crucial.
20. N�o terei uma filha. Ela iria ser t�o bonita quando m�, mas uma simples olhada para a express�o no rosto do her�i e ela ir� trair o
pr�prio pai
21.Apesar de ser uma forma comprovada de aliviar o stress, n�o irei soltar risadas man�acas. Com essas risadas, quando ocupado, � muito
f�cil deixar de perceber pequenas nuances e acontecimentos que um indiv�duo mais atento pode identificar e responder � altura.
22.Irei contratar um estilista talentoso para criar uniformes originais para minhas Legi�es do Terror, ao contr�rio de certos modelos baratos
que os fazem parecer tropas nazistas, legi�es romanas ou hordas de selvagens mong�is. Todos foram eventualmente derrotados e quero que
minhas tropas tenham uma inspira��o moral mais positiva.
23.N�o importa o qu�o tentador seja a perspectiva de poder ilimitado, n�o irei absorver qualquer campo de energia maior que minha cabe�a.
24.Irei manter um estoque especial de armas de baixa tecnologia e treinar minhas tropas em seu uso. Assim, mesmo que os her�is consigam destruir meu gerador de energia e/ou desativar as armas de energia padr�o, minhas tropas n�o ser�o sobrepujadas por um bando de selvagens armados com lan�as e pedras.
25.Irei manter uma estimativa realista de minhas for�as e fraquezas. Mesmo que isso tire parte da divers�o do trabalho, pelo menos nunca
irei dizer a frase 'N�o, n�o pode ser! EU SOU INVENC�VEL!!!" (ap�s a qual, normalmente a morte � instant�nea.)
26.N�o importa o qu�o bem funcione. Jamais irei construir qualquer tipo de equipamento que seja completamente indestrut�vel exceto por
um pequeno e virtualmente inacess�vel ponto vulner�vel.
27.N�o importa o qu�o atraentes certos membros da rebeli�o podem ser. Provavelmente em algum lugar h� algu�m igualmente atraente que n�o
est� tentando desesperadamente me matar. Assim, pensarei duas vezes antes de ordenar que uma prisioneira seja levada a meus aposentos.
28.Nunca construirei uma �nica unidade de nada importante. Todos os sistemas essenciais ter�o pain�is de controles e fontes de for�a
redundantes. Pela mesma raz�o, sempre carregarei pelos menos duas armas carregadas, todo o tempo.
29.Meu monstro de estima��o ser� mantido em uma jaula bem segura, da qual ele n�o poder� escapar e na qual n�o poderei cair por acidente.
30.Irei me vestir com cores claras e alegres, isso deixar� meus inimigos confusos.
31.Todos os magos incompetentes, escudeiros, bardos sem talento e ladr�es covardes em meu Reino ser�o executados. Meus inimigos certamente
desistir�o e abandonar�o sua cruzada se n�o tiverem um parceiro c�mico ao lado.
32.Todas as camponesas ing�nuas e peitudas que servem bebidas em tabernas ser�o trocadas por gar�onetes experientes e profissionais, que n�o ir�o dar apoio ao her�i ou servir de par rom�ntico para seu ajudante.
33.N�o terei um ataque de f�ria e matarei o mensageiro que me trouxe m�s not�cias s� para mostrar o qu�o mal realmente sou. Bons mensageiros s�o dif�ceis de achar.
34.N�o exigirei que as mulheres em postos de comando em minha organiza��o usem tops de a�o inoxid�vel. A moral da tropa fica bem melhor
com um c�digo de vestimenta mais casual. Ao mesmo tempo, roupas feitas inteiramente de couro ser�o reservadas para ocasi�es formais.
35.Nunca vou me transformar em uma cobra. Isso nunca funciona.
36.N�o irei deixar crescer um cavanhaque. Nos velhos tempos fazia com que voc� parecesse diab�lico, hoje o torna um membro frustrado
da Gera��o X.
37.N�o irei prender membros do mesmo grupo no mesmo bloco da masmorra. Muito menos na mesma cela. Se s�o prisioneiros importantes, irei manter a �nica chave da cela comigo, ao inv�s de deixar uma c�pia com cada guarda do destacamento da pris�o.
38.Quando meu tenente de confian�a disser que minhas legi�es do Terror est�o perdendo uma batalha, eu acreditarei nele. Afinal, ele � meu
tenente de confian�a.
39.Se um inimigo que acabei de matar tem irm�os ou filhos em algum lugar, irei encontr� los e execut� los imediatamente, ao inv�s de esperar que
cres�am nutrindo sentimentos de vingan�a contra mim.
40.Se eu n�o tiver escapat�ria a n�o ser me envolver em uma batalha, certamente n�o liderarei na frente de minhas Legi�es do Terror, nem
irei procurar o l�der advers�rio entre o ex�rcito inimigo.
41. N�o irei ser cavalheiresco ou bom esportista. Se possuir uma super arma contra a qual n�o h� defesa, a usarei assim que for poss�vel, ao
inv�s de mant�-la guardada.
42. Assim que meu poder estiver estabelecido, irei destruir todos aqueles inconvenientes dispositivos de viagem no tempo.
43. Quando capturar o her�i, terei certeza de tamb�m capturar seu cachorro, macaco, fur�o ou qualquer outro bichinho bonitinho de dar nojo,
capaz de desamarrar cordas e roubar chaves, que por acaso ele tenha como mascote.
44. Irei manter uma saud�vel dose de ceticismo quando capturar a linda rebelde e ela disser que est� atra�da por meu poder e boa apar�ncia, e
alegremente trair� seus companheiros se eu deix�-la tomar parte em meus planos.
45. S� irei contratar ca�adores de recompensa que trabalhem por dinheiro. Aqueles que trabalham por prazer tendem a fazer coisas tolas como
equilibrar as chances, para dar ao outro cara uma disputa justa.
46. Terei um claro entendimento sobre quem � respons�vel pelo que em minha organiza��o. Por exemplo, se meu general fracassou, n�o irei sacar minha arma, apontar para ele, dizer "e este � o pre�o do fracasso" ent�o subitamente apontar e matar um subalterno qualquer.
47. Quando um conselheiro disser "Meu Lorde, ele � somente um homem. O que apenas um homem pode fazer?" Eu responderei: "Isso!" e matarei o conselheiro.
48. Se descobrir que algum fedelho come�ou uma cruzada para me destruir, irei chacin�-lo enquanto ele ainda � um fedelho, ao inv�s de esperar que cres�a e se torne um adulto.
49. Tratarei qualquer monstro que eu venha a controlar atrav�s de m�gica ou tecnologia com respeito e ternura. Assim, se perder o controle sobre
ele, n�o vir� imediatamente atr�s de mim por vingan�a.
50. Se descobrir a localiza��o aproximada do �nico artefato que pode me destruir, n�o irei mandar todas as minhas tropas para recuper�-lo. Ao
contr�rio, mandarei as tropas atr�s de alguma outra coisa, e discretamente colocarei um an�ncio de "procura-se, gratifica-se bem ", em um jornal
local.
51. Meus computadores principais ter�o seu pr�prio sistema operacional, que ser� totalmente incompat�vel com IBM PCs ou Macs.
52. Se um dos guardas de minha masmorra come�ar a esbo�ar preocupa��o com as condi��es na cela da linda princesa, ele ser� imediatamente transferido para uma fun��o com menos envolvimento com pessoas.
53. Irei contratar um time de arquitetos e pesquisadores de alto n�vel para examinar meu castelo e me informar de quaisquer passagens secretas e
t�neis abandonados que eu tenha conhecimento.
54. Se a linda princesa que capturei disser "Nunca irei me casar com voc�! Nunca! Est� ouvindo? Nunca!" eu direi: "Tudo bem." E a executarei.
55. N�o farei uma barganha com uma criatura demon�aca e depois tentarei desfaz�-la apenas porque me senti com vontade.
56. Os mutantes deformados e malucos psic�ticos ter�o seu lugar em minhas Legi�es do Terror. Entretanto antes de mand�-los em uma importante miss�o secreta que demande tato e sutileza, verificarei se h� algu�m mais igualmente qualificado, e que atraia menos aten��o.
57. Minhas Legi�es do Terror ser�o treinadas em tiro b�sico. Qualquer um que n�o consiga aprender a acertar algo do tamanho de um homem a 10 metros de dist�ncia, ser� usado como alvo.
58. Antes de utilizar qualquer tipo de artefato ou m�quina capturada, irei ler cuidadosamente o manual de instru��es.
59. Se for necess�rio fugir, n�o irei parar para fazer uma pose dram�tica e dizer uma frase profunda.
60. Nunca irei construir um computador inteligente que seja mais esperto do que eu.
61. Pedirei a meu conselheiro de cinco anos de idade que tente decifrar qualquer c�digo que eu estiver pensando em adotar. Se ele o decifrar em
menos de 30 segundos, n�o ser� usado. Nota: Isso tamb�m se aplica a passwords.
62. Se meus conselheiros perguntarem "Por que est� arriscando tudo nesse plano louco?" N�o irei prosseguir at� ter uma resposta que os satisfa�a.
63. Irei projetar os corredores de minha fortaleza para que n�o haja alcovas ou suportes estruturais protuberantes que possam ser usados como
abrigo por intrusos durante um tiroteio.
64. Lixo ser� eliminado em incineradores, n�o compactadores. E eles ser�o mantidos acesos, sem aquele nonsense de chamas que se ativam atrav�s de t�neis de acesso, em intervalos previs�veis.
65. Irei me consultar com um psiquiatra e me curar de todas as estranhas fobias e bizarros h�bitos compulsivos que possam se mostrar uma
desvantagem.
66. Se for obrigat�rio que existam terminais de computador de acesso p�blico, os mapas que mostram meu complexo ter�o uma sala claramente
marcada como Sala de Controle Central. Essa sala ser� a C�mara de Execu��o. A sala de controle central de verdade est ar� indicada como
C�mara de Conten��o de Transbordamento do Esgoto.
67. Meu teclado de seguran�a na verdade ser� um scanner de impress�es digitais. Qualquer um que observe um usu�rio digitar seu c�digo e
consequentemente tente digitar a mesma sequ�ncia ir� ativar o alarme central.
68. N�o importa quantos curtos circuitos h� no sistema, meus guardas ser�o instru�dos a tratar cada c�mera de seguran�a com defeito como caso de emerg�ncia total.
69. Pouparei a vida de algu�m que tenha me salvado no passado. Isso s� � razo�vel se estimular outros a faz�-lo. Entretanto a oferta s� � v�lida
uma �nica vez. Se querem que os poupe novamente, � melhor que salvem minha vida mais uma vez.
70. Todas as parteiras ser�o banidas de meu reino. Os beb�s nascer�o em hospital supervisionados pelo Estado. �rf�os ser�o colocados em lares
adotivos, n�o abandonados na floresta para serem criados por criaturas selvagens.
71. Quando meus guardas se separarem para procura por intrusos, eles sempre andar�o em grupos de pelo menos dois. Ser�o treinados para que se um desaparecer misteriosamente no meio da patrulha, o outro iniciar� imediatamente um alerta e chamar� por refor�os, ao inv�s de ficar
procurando o colega pelas esquinas.
72. Se eu decidir testar a lealdade de um assistente, para descobrir se ele pode ser promovido a homem de confian�a, terei um grupo de atiradores
de elite por perto, caso a resposta seja n�o.
73. Se todos os her�is est�o ao lado de um mecanismo esquisito e me desafiando, usarei uma arma convencional, ao inv�s de disparar minha super arma invenc�vel contra eles.
74. N�o concordarei em deixar os her�is partirem livres, se vencerem uma competi��o, mesmo que meus conselheiros digam que est� tudo arranjado e que � imposs�vel para eles ganhar.
75. Quando criar uma apresenta��o multim�dia de meu plano, feita para que meu conselheiro de cinco anos de idade possa facilmente entender os
detalhes, n�o irei chamar o disco de "Projeto Overlord" e deix� lo solto em minha mesa.
76. Irei instruir minhas Legi�es do Terror para atacarem o her�i em massa, ao inv�s de ficarem em volta dele esperando enquanto um ou dois atacam de cada vez.
77. Se o her�i correr para meu telhado, n�o irei atr�s dele em uma tentativa de atir�-lo do alto. Tamb�m n�o lutarei com ele na beira de um
despenhadeiro. (No meio de uma ponte de cordas sobre um rio de lava derretida � n�o que n�o vale nem a pena considerar.)
78. Se tiver um surto de insanidade e decidir oferecer ao her�i a chance de rejeitar um emprego como meu Bra�o Direito, irei reter sanidade o
suficiente para esperar que meu atual Bra�o Direito saia da sala antes de fazer a oferta.
79. N�o direi para minhas Legi�es do Terror "E ele deve ser trazido vivo!". A ordem ser�: "E tentem traz�-lo vivo se for razoavelmente
vi�vel".
80. Se acontecer de minha m�quina do Ju�zo Final possuir um bot�o de revers�o, assim que tiver sido usada irei derret�-la e cunhar uma edi��o
especial limitada de moedas comemorativas.
81. Se minhas tropas mais fracas falharem na tentativa de eliminar o her�is, mandarei minhas melhores tropas, ao inv�s de perder tempo mandando
tropas progressivamente mais fortes, a medida em que ele se aproxima de minha fortaleza.
82. Quando lutar com o her�i no alto de uma plataforma em movimento, o tiver desarmado, e estiver a ponto de acabar com sua vida, e ele olhar
para algo atr�s de mim e se jogar no ch�o, me jogarei imediatamente no ch�o tamb�m, ao inv�s de fazer uma express �o inquisitiva e olhar para
tr�s para ver o que ele viu.
83. N�o irei atirar em nenhum de meus inimigos se eles estiveram de p� em frente a um suporte crucial de uma estrutura pesada, perigosa e
precariamente equilibrada.
84. Se estiver jantando com o her�i, colocar veneno em sua ta�a, e subitamente tiver que sair da sala por alguma raz�o, pedirei novos
drinques para n�s, ao inv�s de tentar decidir se ele trocou ou n�o os copos.
85. N�o deixarei que prisioneiros de um sexo sejam vigiados por membros do sexo oposto.
86. N�o implementarei nenhum plano cujo passo final sejam horrivelmente complicado, como "alinhe as 12 Pedras do Poder no altar sagrado ent�o
ative o medalh�o no momento do eclipse total". Ao inv�s disso, meu plano ser� ativado com a frase "aperte o bot�o ".
87. Terei certeza de que minha M�quina do Ju�zo Final est� devidamente dentro das regras de instala��o, e corretamente aterrada.
88. Meus ton�is de produtos qu�micos perigosos ficar�o tampados quando fora de uso. Tamb�m n�o irei construir passagens e escadas sobre eles.
89. Se um grupo de subordinados falhar miseravelmente em sua miss�o, n�o lhes darei uma grande bronca por sua incompet�ncia, e em seguida enviar o mesmo grupo para tentar de novo.
90. Depois de capturar a super arma do her�i, n�o vou imediatamente dispensar minhas legi�es e relaxar minha guarda pessoal porque acredito
que qualquer um que possua a arma � invenc�vel. Afinal, o her�i tinha a arma e eu a tomei dele.
91. N�o vou projetar uma Sala de Controle Central em que todos os terminais deixem o operador de costas para a porta principal.
92. N�o irei ignorar o mensageiro esbaforido e obviamente agitado at� que minha cavalgada ou outro entretenimento pessoal termine. O que ele tem a dizer pode ser importante.
93. Se chegar a falar com o her�i ao telefone, n�o irei amea��-lo. Ao contr�rio, direi que sua perseveran�a me deu uma nova vis�o da futilidade
de minhas a��es malvadas, e que se ele me deixar em paz por alguns meses de quieta contempla��o irei provavelme nte voltar para o caminho do Bem. (her�is s�o incrivelmente f�ceis de se enganar, quanto a isso).
94. Se eu decidir realizar uma execu��o dupla do her�i e de um subordinado que tenha falhado ou me tra�do, farei com que o her�i seja executado
primeiro.
95. Quando efetuando uma pris�o, meus guardas n�o deixar�o que parem e peguem um objeto aparentemente in�til, por puro valor sentimental.
96. Minha masmorra ter�o sua pr�pria equipe m�dica qualificada, completa com guarda costas. Assim se um prisioneiro ficar doente e seu colega de cela disser ao guarda que � uma emerg�ncia, o guarda chamar� um grupo de trauma, ao inv�s de abrir a cela para
dar uma olhada.
97. Minhas portas ser�o projetadas para se que algu�m destrua o painel de controle do lado de fora, a porta feche, e se destrua o painel do lado de
dentro, a porta abre. N�o vice versa.
98.As celas de minhas masmorras n�o conter�o objetos com superf�cies reflexivas ou nada que possa ser transformado em cordas.
99.Qualquer conjunto de dados de import�ncia crucial ser� acondicionado em arquivos de 1.45Mb, para n�o caberem em um �nico disquete.
100.Finalmente, para manter todos os meus s�ditos contentes e descerebrados, irei prover a cada um acesso Internet ilimitado, gr�tis.
20 maio 2002
Segue o XP dos inimigos derrotados ontem:
8 Crossbowmen - 711 xp para cada player
8 Heavy Footmen - 711 xp para cada player
4 Seargents - 1066 xp para cada player
2 tenentes - 1066 xp para cada player
1 Warmage - 533 xp para cada player
1 Chieftan - 1066 xp para cada player
Total = 5153 xp para cada um.
Creio que alguns players tenham passado de n�vel. Por favor me atualizem.
16 maio 2002
O Gordirro j� est� com o filme Star Wars - Epis�dio 2 - A Guerra dos Clones e vai fazer uma sess�o na sua casa no s�bado.
O Jogo, que est� confirmado para domingo, � Temple...
Ali�s, teremos jogo neste domingo e no pr�ximo, j� que n�o irei mais para Sampa.
Gondin, temos algum problema com o servidor Tecnet.
14 maio 2002
Por se julgar da natureza o rei
O dono e senhor das tempestades
Joga sem muita certeza, contra Deuses e dem�nios
aaaaaaa...aaaaaaaa...aaaaaaa...
Ele se julgava o Demolidor
Ele se julgava o Demolidoooor
Ele se julgava o Demolidor
Ele se julgava o Demolidor
Ele se julgava o Demolidoooor
Mas n�o sabia que seu mundo era pequeno
E os insetos que vagam pelos charcos
Tem poucas chances de alcan�ar o oceano...
Ele se julgava o Demolidor
Ele se julgava o Demolidoooor
Ele se julgava o Demolidor
Ele se julgava o Demolidoooor
P�rola achada no site Omelete.
13 maio 2002
Saldo de Abatidos:
Um Oswaldinho
Um carro de Dentinho vomitado
Um Edu e um Nei subindo onze andares de escada.
Uma ascensorista bem gostosinha, que N�O me deu mole. Mas o Andr� jura que deu para ele.
Toda a galera na porta do hospital at� as 2:30
(e a Dani de ressaca o domingo todo)
12 maio 2002
Acredito que, ao cagar, a maioria de voc�s j� tenha molhado a bunda na �gua f�tida que o cagalh�o levanta ao cair. Existem algumas t�cnicas para evitar o "efeito tchibum" :
Listo algumas que conhe�o.
1) Posicionar o feof� o mais pr�ximo da t�bua poss�vel, deixando o saco esmagado sobre a t�bua. Assim,
a barrola desce rolando pela lou�a. Com a queda amortecida, o senegal�s mal-cheiroso n�o causa o "efeito tchbum".
Problemas:
a) A merda deixa um rastro na lou�a (tal t�cnica consiste em, literalmente, "jogar um barro na lou�a"). Sobre o ponto de vista est�tico, foda-se. Al�m do mais n�o � o macho da casa que vai limpar a barrolinha; no m�ximo, d� pra tentar desfazer a trilha pastosa com
jatos de mijo de alta press�o. Mas aquele filete marrom pode vir a feder mais tarde. E, no caso de soltar os prisioneiros na casa da namorada ou dos sogros, pode pegar mal se algu�m entrar depois de voc�...
b) se a posi��o do lordinho for mal calculada, o tolhet�o pode raspar na t�bua e cagar na porra toda. Neste caso, � de bom tom limpar depois de terminado o servi�o. At� porque na barreada seguinte, o cag�o corre o risco de esquecer e sujar o saco na pr�pria merda que
l� ficara. O que seria, convenhamos, bastante desagrad�vel.
2) Criar um tapete flutuante de papel higi�nico. Conhecida como "efeito hovercraft", essa t�cnica parte do pressuposto de que a merda ser� amortecida ao bater no tapete de papel evitando o "efeito tchbum".
Problemas:
a) Errar na quantidade de papel para menos. Neste caso, a �gua vai bater na bunda de qualquer forma.
b) Errar na quantidade de papel para mais. Neste caso, a privada entope e o cagante passa pela constrangedora experi�ncia de ter de fugir da �gua com merda que sobe, amea�adora e lentamente, privada acima. Pior: na ponta dos p�s e segurando a cal�a pra n�o cair ainda por cima.
3) T�cnica conhecida como "cag and run". Consiste em cagar no meio da privada e tirar a bunda rapidamente antes que o chafariz barrento atinja a rabaria. Tal t�cnica exige reflexo, explos�o muscular e uma coordena��o motora pelo menos razo�vel.
Problemas:
a) Arrancar lentamente. Neste caso, tudo vai por �gua abaixo (ou acima, no caso) e o barreador � atingido pela �gua podre de qualquer jeito.
b) Arrancar rapidamente demais. Neste caso, corre-se o risco de tirar o cu da reta antes de a merda deixar o anel marrom. Resultado: coc� na t�bua, no ch�o do banheiro ou, pior, dentro da cueca do cag�o. Al�m disso, o cagante pode ser enganado pela merda do tipo "dois est�gios". Neste caso, o cagante pensa que se livrou do charut�o e, sem nada poder fazer, v� uma badalhoca cair dentro da cueca.
08 maio 2002
07 maio 2002
Um Felipe se arrastando pelas tabelas:-"T� mal c-c-c-ccara!"
Ap�s esta frase eloq�ente, quase desaba no colo do Travesti que exclama:-"�pa, este � meu. Vai ser uma loucura. Vai acordar amanh� comigo na Praia de Ramos todo ardido, e n�o vai ser por causa do sol..."
06 maio 2002
- Tr�s prot�tipos do Interceptor destru�dos/extremamente danificados.
- Shadowborn internado em estado grave com dois bala�os no peito. J� est� fora de perigo.
- A bebida foi tida como respons�vel por uma 'histeria coletiva' por parte dos convidados, que juram ter visto uma massa humana deformada de quatro metros.
05 maio 2002
03 maio 2002
Interceptor
Heavy TL8 Laminated Sealed Body (PD6/DR 60/HT 150); 50lbs
Turboramjet TL8 1,4 gal/h; 3h flight
Top Air Speed: 350 mph; Aerial Acceleration: 6,5 mph; Aerial Deceleration: 5mph
Aerial MR: 2; Base SR: 2; Ceiling: 10800 yards
Size Modifier +1; Radar Signature �3; IR Signature �3; Acoustic Signature �1
Maximum Payload: 355 Lbs
Acessories:
Chameleon Surface; Ejection G-Seat; Improved IR-Cloaking; Laser Sensors; Limited Lifesystem; Radar Locator; Light Radar Jammer; Improved Sound Baffling; Partial Stealth; Short Range Ladar (Scan 18); Ladar Rangefinder; Advanced Lowlight; Virtual Panorama; HUD Wac; Autopiloting; Microframe (HT 12); Microwave Communicator
Softwares:
CWIS; Gunner; Tactical Vehicle Op; Targeting; Advanced Controls
Weaponry:
TL8 20mm Caseless Chaingun (HT 20); TL8 HVKK Launcher
02 maio 2002
Blackwing foi resgatado e recondicionado � fidelidade a Eurotropa
A miss�o envolveu a destrui��o de uma base secreta da CIA no Colorado.
A explos�o final foi parcialmente absorvida (e devolvida) por Deflector, que passou esses anos em coma. Acordou agora para o casamento.
Damage tamb�m absorveu a explos�o e apagou... por dois dias.
Shadowborn esteve entretido projetando uma vers�o maior e mais vers�til do Interceptor: algo sob a misteriosa alcunha de Metal Gear.
Interceptor ajudou a treinar outros destacados pilotos da RAF no comando de outros Interceptors. Nesse �nterim, noivou e vai casar.
Anne-Marie Martin continua sendo a chefa e liason da Eurotropa com os governos da Europa unificada.
Blackwing
ST 10; DX 18; IQ 14; HT 14
Move/Dodge: 12/13
Torso Monocrys PD2/DR24
Advs:
Attractive Appearance; Combat Reflexes; Strong Will +2, Cyberwear (Alertness +2; Cyberlegs; Infravision Eyes; Weapon Link)
Disadv:
Bloodlust; Code of Honor; Duty (Eurotropa); Enemies (CIA; 6 or less); Flashback 3; Paranoia; Secret (Ex-CIA Operative)
Skills:
Pistol 22; Rifle 22; Gyroc 20; Fast-draw 17; Speed Load 17; Knife 18; Karate 20; Acrobatics 18; Stealth 19; Shadowing 13; Tactics 18; Strategy 15; Fast Talk 14; Saivor Faire 13; Leadership 14; Sex Appeal 13; Streewise 14; Lockpickin 14; Pickpockets 16; Operation (Eletronic Equip) 15; Driving (Car) 16; Driving (Motorcycle) 17
Weaponry:
Colt ACR 9d+9 (2) + 1dX5 (skin contact); SS 6; Acc 13; � 1500 Max 6750 Rof 10 R-1
Beretta 3d+2 (2) + 1d+3X5 (skin contact); SS 5; Acc 5; � 225 Max 2850 Rof 3 R-1
Eyeless Shadowborn
ST 12; DX 15; IQ 15; HT 12
Move/Dodge: 3/4
CID PD4/DR40
Advs:
Altered Time Rate; Combat Reflexes; Gadgeteer; Gizmos; Luck 2; Unaging
Disadv:
Alcoholism; Bad Temper; Duty (Eurotropa); Enemies (Mark Frost; 6 or less); No Sense of Humor; Overconfidence; Shyness 2; Workaholic; Ugly
Skills:
Rifle 27; Gyroc 24; Armoury (Armor) 15; Computer Operation 14; Computer Programming 15; Eletronics 15; Engineering (Weaponry) 15; Math 14; Physics 14; Leadership 15; Tactics 16; Strategy 16; Intelligency Analysis 16; Stealth 13; Shadowing 15; Scrounging 16; German 15; Italian 14; Romani 14
Weaponry:
Barret Model 82 19d(2); SS 10; Acc 18; � 3300 Max 11100 Rof 2 R-4
Gyroc 8d(2); SS 12; Acc 6; � 1800 Max 5000 Rof 3 R 0
01 maio 2002
NOT�CIA IMPORTANTE:
MOHAMED BINATANG GONCANG, FUNCION�RIO DO BANCO DE ESPERMA DO ZOOL�GICO DE CINGAPURA, GANHA O T�TULO DE OCUPANTE DO "PIOR EMPREGO DO PLANETA".
A "Wildlife Reserves Singapore (WRS)", empresa que administra o Jardim Zool�gico de Cingapura, instalou um banco de esperma e tecidos de animais para ajudar na preserva��o das esp�cies. A tarefa ingrata de coletar o esperma cabe ao Sr. Mohamed Binatang, que inicia seu turno �s 4 horas da manh�. "Precisamos come�ar t�o cedo porque muitos animais apresentam ere��o matutina ao acordar e fica mais f�cil realizar a coleta do esperma."
Cal�ando luvas de borracha e carregando uma grande caixa de isopor cheia de gelo e potinhos de pl�stico, o Sr. Binatang, de 25 anos, nos conta que tinha acabado de se formar em Ci�ncias Naturais pela "Singapore Polytechnic" e imaginou que o Zool�gico de Cingapura seria o lugar perfeito para trabalhar. "Nunca imaginei que fosse acabar masturbando um orangotango todas as manh�s.", declara ele, melancolicamente. "O orangotango � o pior: espera ser beijado primeiro."
� medida que nos aproxim�vamos do espa�o do orangotango, vimos o mais famoso h�spede do Z�o comodamente deitado de costas, m�os atr�s da cabe�a, ostentando uma gigantesca ere��o. Tendo aplicado �leo nas luvas, Mohamed hesitou um pouco na porta antes de entrar e ajoelhar-se ao lado do animal. Cerca de 3 minutos de gemidos abafados depois, o Sr. Binatang reapareceu. Em seguida, a jaula dos tigres. Os gat�es estavam pregui�osamente esparramados na grama verde aparentando indiferen�a enquanto Mohamed colocava um par de luvas limpas e entrava. "Aqui, kitty, kitty, kitty..." Momentos depois, ele saia com v�rios potinhos cheios de um fluido viscoso.
"N�o � perigoso?" perguntamos. O Sr.Binatang ficou em sil�ncio alguns instantes. Finalmente, falou com o olhar vazio perdido na dist�ncia: "Eles sabem que n�o estou aqui como inimigo.".
Foi em frente pelo zool�gico at� encerrar o turno �s 3 horas da tarde, tendo cumprindo as suas tarefas com os tapires, rinocerontes, girafas e gorilas, entre outros. "Cada animal � diferente." disse ele, enquanto tirava as luvas agora respingadas com s�men do urso polar. "Os chimpanz�s sempre querem ser acariciados depois. O elefante � o mais trabalhoso de todos por causa do tamanho... �s vezes preciso usar as duas m�os. Como se poderia esperar, isso est� realmente afetando a minha vida sexual. Sempre que come�o a fazer amor com minha esposa, esses hipop�tamos ejaculadores ficam flutuando na minha mente.".
� dif�cil saber quanto tempo ele vai permanecer no cargo, mas, o diretor assistente, Lai Jee Seow, acha que � importante que o Sr. Binatang continue. "Os animais acostumaram-se com o Mohamed vindo toda manh� para alivi�-los.", disse. "Muitos nem se preocupam mais com fazer sexo de verdade."