Resumo de 02/02/2003
O inverno se aproxima e algumas reses est�o sendo mortas por uma fera.
Os her�is foram � ca�a desse animal, desconfiando que seria um urso-fera. Num bosque perto do forte Ferriawyrin, encontraram o animal e descobriram que era um dem�nio formoriano. Em seguida, cercaram a fera e entraram em combate. Conseguiram mat�-la ap�s r�pida luta, mas dois dos guerreiros ficam seriamente feridos. Um druida surge do bosque e sugere que mergulhem suas feridas no sangue ainda quente da besta. Ele tamb�m profetiza que daquele grupo sairiam os tr�s maiores guerreiros de Pryadin - e que o guerreiro que titubeou no ataque falharia em sua coragem mais duas vezes contra os formorianos.
Os ferimentos se curaram instantaneamente e as lan�as que se cravaram no animal-besta transformaram-se em metal de excelente qualidade. Os guerreiros tomaram para si a cabe�a, a carne, os ossos e a pele da besta. Da cabe�a, fizeram estandartes; da pele, duas lorigas e elmos; dos ossos, arco; e da carne, mist�rio. As lorigas e os elmos - duros como a�o, mas leves como linho - foram tomados por dois dos guerreiros. Cada qual que banhou a arma no animal ainda furioso teve o a�o aben�oado. E a arma que deu o golpe derradeiro transformou-se em a�o-prata.
Duas semanas mais tarde, aportam na praia de Gwenehash seis barcos, sendo destes tr�s tri-remos romanos tripulados por sessenta guerreiros Fir Bolga, e entre eles um rei e um campe�o do povo, Bul e Oog. Eles pedem a autoriza��o para montar uma vila com ferreiros e carpinteiros. Para tal, trocariam os servi�os prestados pelos seus artes�os pelo direito de morar ali.
Bor, pai de Lucius, avisa ao conselho que n�o tem comida suficiente para uma centena de guerreiros e solicitou que fosse enviada uma miss�o ao rei Uther, da Dumnonia para que este fornecesse alimento que durasse o inverno e mantivesse a tropa viva. Pediu-se tamb�m ferro e carv�o para os ferreiros e armeiros Fir Bolga.
O rei Uther concordou em ceder com o alimento para uma centena de guerreiros, mas n�o possu�a reserva de ferro e carv�o suficiente para ceder a uma for�a que ele n�o conhecia. A miss�o retorna com cereais e carne salgada. A �nica condi��o imposta por Uther seria a presen�a desse ex�rcito no festival de Lughnasadh, aonde ele reinvidicaria o direito de ser Grande Rei.
Antes de deixarem a corte, um dos Fir Bolga avisa ao rei Uther que haver� uma grande invas�o dos povos do norte e que os antigos povos est�o voltando a andar em Pryadin. Voltando para casa, Ban alerta que as provis�es n�o sao suficientes para todo o inverno e que teriam que sacrificar as poucas reses que ainda tinham antes do inverno chegar. Eles realizam o ritual de Legutolj�rav�rakoz�s (�ltima esperan�a), para o qual os her�is foram convidados a participar.
Durante o a realiza��o do ritual, foi notada a presen�a de um corpo na grande fogueira de sacrif�cio. As grandes reses peludas dos Fir Bolgas foram mortas, seu sangue coletado e fervido numa beberragem que foi servida a todos os participantes. A carne das reses foi levada para ser defumada. Embriagados, os que continuaram na cerim�nia foram arrastados na mar� do tempo, deixando para tr�s o druida Fir Bolga e seus associados, o rei Bul e o guerreiro irland�s.
Ao t�rmino do inverno, todos retornam da terra dos favos de mel.
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