São quatro reinos, seis povos (todos humanos) e que dividem uma história de colonização comum a todos.
Origens
Mil e quinhentos anos atrás, as primeiras levas migratórias do continente chegam à ilha principal e fundam as bases do que seria o império de Arishem.
Os recém-chegados à essa terra desabitada prosperam com a fartura de alimentos, terras cultiváveis e matéria prima (ferro, cobre e estanho) e grandes cidades são erigidas tendo o seu ápice em Arish-aleph que chegou a ter 15.000 habitantes.
A hierarquia social era tripódica, com a divisão tradicional pelos que trabalham, os que lutam e os que rezam, se segmenta em castas, sendo que as mais altas têm o direito de casar-se livremente, de exigir teto e comida e bens, as mais baixas têm apenas o direito de existirem sob a sombra das demais.
A Magia, como elemento alterador da realidade, é praticamente desconhecida dos habitantes das ilhas, sendo mais comum a magia divina.
Os insulanos não cultuam deuses específicos, mas prestam reverência aos deuses familiares, aos antepassados heróicos e às forças do mar, do céu, da terra, da chuva, da fertilidade, sem que estes tenham uma cara ou antropomorfização.
Segunda leva
Mil anos atrás, a expansão do império Samita, no continente, levou a exploradores a travar contato com o reino de Arishem, criando os primeiros canais comerciais entre as ilhas e o continente. Os insulanos aprenderam a forjar o ferro, mas mantendo esse segredo entre apenas as castas guerreiras. Uma revolução insulflada pelos estrangeiros partiu o reino em diversos estados menores que foram facilmente dominados pelos Samitas.
Quinhentos anos atrás, o império Samita teve de lidar com invasões de povos bárbaros no norte e desocupou as terras de Arishem, matando quase que 60% da população no processo de desocupação. Como conseqüencia imediata, deixou os territórios do norte livres para a migração de diversos povos do continente.
Duzentos anos depois, esses povos, já completamente integrados às ilhas começam um novo processo civilizatório nas ilhas, erigindo novas cidades ou reerguendo aquelas que foram destruídas na evasão dos Samitas.
Apesar de desunidos e guerrearem entre si, os povos das ilhas se unem regularmente para tratar de problemas comuns como secas, pestes, catástrofes e o aparecimento de inimigos comuns a eles como no caso da última invasão sami-hidita, herdeiros do antigo império samita.
Um comentário:
farei um fáiter
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